R. A gengiva sangra, geralmente, quando o paciente não consegue higienizar os dentes da maneira mais adequada, formando uma inflamação no local denominada Gengivite. Desta forma, a placa bacteriana acumulada nos dentes, e que contém bactérias e toxinas, irritam a gengiva, deixando-a avermelhada e inchada. Neste caso, com uma orientação do cirurgião-dentista você consegue reverter o quadro de inflamação, voltando a ter saúde gengival.
R. A Periodontite ocorre quando a gengivite não é tratada e as bactérias e toxinas atingem e reabsorvem o osso que suporta o dente na boca, causando perda óssea e mobilidade dental, dentre outras alterações, podendo levar à perda do dente. Este caso, diferentemente da Gengivite, não é reversível, e deve ser tratado e controlado pelo especialista em Periodontia.
R. Sim. As bactérias presentes na Periodontite vão para a corrente sanguínea, causando um risco no estabelecimento das doenças cardiovasculares. A mais conhecida é a Endocardite Bacteriana que pode causar uma alteração nas válvulas cardíacas.
R. A partir do momento em que você perdeu 1 ou mais elementos dentários, o Implantodontista explicará a melhor técnica a ser executada para colocação do(s) implante(s). Em geral, a cirurgia é tranqüila, rápida, sem muito sangramento, e a melhor opção para reabilitação oral.
R. É a remoção do tecido mole que se encontra na parte mais interna do dente (câmara e canal), e que recebe o nome de polpa. Esta pode estar sadia ou infectada e, ao ser removida, é substituída por um material biocompatível.
R. Quando o dente começa a doer espontaneamente, sem estímulo, de forma latejante, significa que a polpa está inflamada, e o uso de analgésicos não resolve.
Já quando há morte da polpa, geralmente a dor é bem localizada, havendo sensação de "dente crescido", e dói ao mastigar.
Ainda, o dente pode perder sua vitalidade sem que apareçam sintomas característicos, como por exemplo, em caso de traumatismos.
R. As técnicas e os conhecimentos atuais nos permitem que os tratamentos, de maneira geral, sejam realizados entre uma e três sessões.
R. Durante alguns dias depois do procedimento, o seu dente poderá ficar um pouco sensível, decorrente da manipulação do dente, especialmente se houve história de dor ou infecção.
R. Não, pois todo o suporte desse dente permanece vivo: osso, ligamento periodontal (fibras que fixam o dente ao osso) e cemento (camada que recobre as raízes).
R. O tratamento odontológico, quando necessário, deve ser realizado com o objetivo de eliminar infecções e outros problemas bucais que possam influenciar no período gestacional. Sabe-se que em processos inflamatórios, ou em casos de dor, ocorre um aumento do stress, e isso pode ocasionar alterações da freqüência cardíaca e da pressão arterial.
O acompanhamento odontológico da gestante tem como objetivo manter sua saúde bucal, além de fornecer informações a respeito da saúde e do desenvolvimento do seu bebê.
R. Não é verdade que as gestantes perdem minerais de seus dentes para a formação das estruturas calcificadas do bebê. Os dentes não participam do metabolismo sistêmico do cálcio. O cálcio provém da sua alimentação, portanto a mãe deve se alimentar muito bem.
R. Durante o período da gravidez, devido às alterações hormonais, mudanças ocorrem em todo o organismo da mulher, inclusive em sua boca.
As respostas inflamatórias podem ser mais intensas frente a alguns fatores irritantes, agravando quadros de gengivite e de problemas nos tecidos de sustentação dos dentes.
O aparecimento de cáries pode estar relacionado ao aumento da freqüência de ingestão de alimentos ricos em açúcar e à higiene bucal inadequada.
A prevenção destes problemas inclui a realização de uma cuidadosa higiene oral, com escovação e uso do fio dental, e o acompanhamento junto ao cirurgião-dentista.
R. Como resultado de alguns acidentes, um dente intacto pode sair completamente fora da boca. Mesmo nessas situações, o dente pode ser salvo, desde que medidas adequadas sejam tomadas.
O que fazer?
- Primeiramente é importante achar o dente, segurando o mesmo através da coroa, NUNCA segure o dente pela raiz.
- Lavar em água corrente sem esfregar;
- Reposicionar o dente em seu lugar de origem, na posição correta, fazendo uma leve pressão;
- Morder uma gaze ou um pano limpo e procurar o dentista imediatamente.
E se não for possível recolocar o dente?
Não sendo possível reposicionar o dente na boca, o mesmo deve ser armazenado em ambiente úmido:
- 1ª. opção: leite "de caixinha"
- 2ª. opção: soro fisiológico
- 3ª opção: água
Em seguida, você deve procurar o dentista o mais rápido possível.
Importante: nunca se deve enrolar o dente em gaze, pano, algodão ou papel!
R. Por volta do sexto mês de vida, mas pode haver antecipação ou atraso de 2 a 3 meses. Geralmente, a dentição do bebê completa-se entre o vigésimo quarto e o trigésimo sexto mês.
R. O surgimento dos dentes é uma ocorrência natural, portanto não provoca dor, nem sangramento. Entretanto, alguns sintomas podem aparecer:
- aumento da quantidade de saliva devido à maturação das glândulas salivares;
- diarréia, pois nesta fase, o bebê leva com freqüência à boca objetos contaminados, causando distúrbios gastrointestinais;
- febre baixa e passageira, provocada por substâncias que regulam a temperatura corpórea, liberadas durante o rompimento da gengiva;
- irritação local, provocada pela pressão dos dentes na gengiva.
R. Sim. É muito importante fazer a higienização dos primeiros dentinhos, utilizando uma escova apropriada, com cerdas reduzidas e macias, principalmente após as refeições. Quando o bebê estiver com um maior número de dentes, o creme dental deve ser usado em pequena quantidade, menor do que um grão de ervilha.
R. A mãe precisa ter paciência e tentar transformar a escovação em uma brincadeira divertida. Usar uma escova colorida ou cantar musiquinha acompanhando os movimentos da escova pode ajudar. É interessante que o bebê a veja escovando seus próprios dentes.
R. Sim. O hábito de o bebê ser amamentado ou alimentado com mamadeiras com leite, chá ou qualquer líquido contendo açúcar ou mel durante o sono, principalmente à noite, pode provocar a cárie de mamadeira ou de aparecimento precoce, se não houver higienização nesse período.
R. A primeira consulta deve ser feita antes mesmo do aparecimento dos primeiros dentes. Uma consulta agradável, em um ambiente amistoso, ajudará o estabelecimento de um vínculo afetivo com o dentista estabelecendo medidas preventivas que evitem o aparecimento de cárie e doenças gengivais.
R. A troca de uma restauração metálica por uma restauração estética pode ser necessária por dois motivos principais: problemas que envolvem a saúde do dente, como uma fratura da restauração pré-existente ou mesmo por recidiva de cárie, ou por motivo exclusivamente estético.
R. A escolha do material dependerá do tamanho da restauração e das condições clínicas, podendo ser executada utilizando resinas compostas ou cerâmicas (porcelanas). A resina composta pode ser realizada diretamente sobre o dente em uma única sessão, ou pelo método indireto, através de uma resina composta de laboratório. A cerâmica é realizada com o auxílio do técnico de laboratório, o qual executa a restauração que é posteriormente cimentada pelo dentista.
R. Às vezes pode ser necessário um desgaste adicional de dente sadio para possibilitar a execução da nova restauração, permitindo melhor adaptação entre o material restaurador e o dente.
R. O amálgama libera, ao longo do tempo, produtos que podem manchar o esmalte dental deixando-o acinzentado. Nesses casos, a troca da restauração melhora muito o problema estético.
R. Restaurações em amálgama podem permanecer em bom estado e com desempenho funcional perfeito por muitos anos. As técnicas restauradoras estéticas atuais possuem excelentes resultados, porém sua durabilidade depende de uma série de fatores, tais como: controle de higiene bucal, realização de profilaxias e reavaliações clínicas periódicas.
R. Sim. Qualquer pessoa pode ter seus dentes clareados, desde que estejam íntegros e sem muitas restaurações. O dentista deverá realizar uma boa avaliação da condição dental do paciente. É aconselhável que o clareamento seja feito só a partir dos 16 anos de idade.
R. Os dentes podem ser clareados através do gel clareador de duas maneiras. No consultório, os dentes são isolados para proteger a gengiva e aplica-se o gel clareador de uso exclusivo em consultório. No clareamento caseiro, o paciente, após ser devidamente orientado pelo dentista, aplica o gel em uma moldeira confeccionada pelo profissional, por período aconselhado por ele.
R. Nenhum tratamento clareador deve ser utilizado sem orientação profissional. Sempre deve haver monitoramento do dentista. O profissional esclarecerá ao paciente a técnica de clareamento mais indicada para o caso específico dele.
R. As moléculas do gel clareador penetram na intimidade do esmalte e da dentina que, por sua vez,"quebram" as moléculas dos pigmentos causadores de manchas, liberando-as.
R. Sim. Os produtos devem ser industrializados, pois as empresas que fabricam o gel clareador estão respaldadas por pesquisas, testes, experiências, atendimento profissional e domínio da composição.
R. Não A estrutura dentária não é afetada.
R. Por precaução, deve-se evitar o tratamento em gestantes e lactantes, e em pacientes que apresentam reação alérgica comprovada ao produto.
R. Não, o paciente deve ser informado que talvez tenha que trocar as restaurações existentes, pois parecerão mais escuras frente aos dentes clareados, causando desarmonia estética.

